Virar o ano dentro do Vale do Pati
Hospedada na casa de uma família nativa, sem sinal de celular e sob um dos céus mais escuros da Bahia.
De 30 de dezembro a 4 de janeiro: 63 km de trilha atravessando o Vale do Pati, a virada do ano na casa de uma família nativa sem sinal de celular, e o fecho no Buracão, na Fumacinha e no Poço Azul.
★★★★★98% das avaliações no TripAdvisor são 5 estrelas→Hospedada na casa de uma família nativa, sem sinal de celular e sob um dos céus mais escuros da Bahia.
Cânion de 250 metros de altura, com trilhas sinuosas que revelam a escala das formações rochosas.
Trechos de rio, pedra e mata fechada para chegar a uma queda de 130 metros encravada no fundo de um cânion estreito.
A queda de 85 metros despencando dentro de uma fenda de rocha.
Onde a água é clara o bastante para enxergar 20 metros de profundidade.
E piquenique montado no meio da trilha, três dias seguidos.
31 de dezembro. Caminhada até o Morro do Castelo — 7 km moderados, piquenique e banho na cascata do seu Agnaldo. A noite: virada dentro do Pati, na casa de uma família nativa, sem sinal de celular.
Caminhada até o Cachoeirão, cânion de 250 metros, e subida de saída do vale rumo a Ibicoara.
Trilha plana até a fenda, depois nado entre paredões até a queda de 85 metros.
Dezoito quilômetros entre pedra, mata fechada e espelhos d'água até o cânion estreito da Fumacinha (130 m). O dia mais duro da viagem.
Flutuação no Poço Encantado e no Poço Azul (20 m de visibilidade). Retorno a Lençóis.
63 km a pé em quatro dias de trilha, dois deles de 18 km.
Vale do Pati não é passeio, é travessia. Dois dias de 18 km com subida íngreme. Prefira desistir agora a descobrir no meio do vale.
Dois dias de 18 km com subida íngreme. Condicionamento prévio faz diferença.
Dentro do Vale do Pati a expectativa é ficar sem sinal. Avise quem precisa.
As noites no vale são em casas de famílias nativas — autênticas e simples por natureza.
Trilha de rio e mata fechada. Chuva pode alterar ritmo e trechos do roteiro.
Ponto e horário confirmados na reserva.
Retorno a Lençóis — compre a passagem de volta com folga.
Aeroporto LEC ou Salvador + estrada. Transfer sob consulta.
Sem lista, a pessoa erra a bota e a viagem inteira estraga.
Você dorme na casa de famílias que vivem no vale, come a comida feita por elas e vira o ano ali. É o coração da viagem — e é rústico por natureza.
Base para Buracão, Fumacinha e os poços. Recuperação depois dos dias mais duros da travessia.
98% das avaliações são 5 estrelas. Os 2% restantes a gente lê com mais atenção que os outros 98.
★★★★★Antes de fechar um pacote, conversei com várias agências na Chapada Diamantina. Optei pela Conecta devido ao atendimento que me passou confiança (importante pra viajar sozinha) e o roteiro detalhado.
★★★★★A Conecta fez a minha experiência na Chapada ainda melhor. Os guias foram tão atenciosos que me senti cuidada como se fosse da família deles. Os lanches, histórias, auxílios nas trilhas, logística, foi tudo excelente.
Guias credenciados, equipamento conferido antes de cada atividade e grupos dimensionados para o terreno.
Seguro Aventura incluso, com proteção para atividades outdoor.
Vinny nasceu aqui. Vive a Chapada.
Você conversa com quem opera a viagem, não com um call center.
Dá, se você tiver condicionamento e honestidade sobre o próprio ritmo. São dois dias de 18 km — não é passeio turístico.
Mochila de ataque no dia a dia. Detalhes de cargueira e apoio na travessia são confirmados com o Vinny.
A hospedagem no vale é rústica, em casas de famílias nativas. Conforto básico, experiência real.
Nas noites dentro do Pati, a expectativa é ficar sem sinal. Planeje avisos antes de entrar.
Você passa a virada na casa de uma família nativa, sem celular, sob o céu do vale. O jantar da virada está incluso.
Política e prazos são confirmados na reserva — especialmente importante num Réveillon comprado com antecedência.
Qualquer dúvida do roteiro, chama o Vinny direto. Sem cobrança e sem compromisso.
Evite improvisos e escolhas inadequadas. Planeje sua jornada com especialistas locais.